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30 de maio de 2012

Ai que preguiça...


Não é preguiça só pelo fato de eu ser uma baiana. É preguiça de tanta hipocrisia.

      Me admiro em ver tantas pessoas, inclusive comunicadores sociais dizerem que imprensa manipula a sociedade de forma hipnotizante. Como se os indivíduos fossem seres sem bagagem social, cultural ou psicológica alguma. Convenhamos, acreditamos naquilo que queremos acreditar e isso é um fato.      Que os meios de comunicação agem de forma a aplicar padrões e ideologias no âmbito social todos já sabem, tanto é que a função jornalística já se encontra, quase que totalmente, incrédula.      Atualmente temos o bombardeamento de informações selecionadas a todo o instante e da mesma forma qual são seletas, dedo a dedo, interesse a interesse, temos também o livre arbítrio de selecionar informações e conteúdos que queremos consumir (se eu estiver errada é porque você mora em um desses países: Venezuela, Arábia Saudita, Cuba, Egito, Etiópia, Irã, Coréia do Norte, Síria, Tunísia, Vietnã ou Zimbábue).
Sim, meus caros, acreditem, as pessoas são seletivas.     
       Então, não venham me perguntar o que eu penso das manipulações da globo sobre os seus espectadores porque antes de articular qualquer resposta eu vou dizer “Sorria! Você foi manipulado pela hipocrisia!"



      Qual é o fundamento para se explicar que a sociedade é hipnotizada ou infectada pelos meios de comunicação? Há uma infinidade de canais abertos e fechados que podem oferecer conteúdos ricos em conhecimento, cultura, entretenimento inteligente e tudo mais. Ah, vale lembrar que houve uma evolução na sociedade chamada Internet e que essa mesma abre um mundo de oportunidades para todas as classes sociais.

21 de março de 2012

A prostituição da grande Imprensa Mundial

Não é novidade que a imprensa, desde seu surgimento, é produto que favorece determinados pilares sociais. Evidentemente, um meio de comunicação, seja ele qual for, é motivado por uma ideologia por mais breve que esta seja. Afinal, a comunicação é composta por seres pensantes que carregam toda uma bagagem subjetiva derivada de sua vivência social.
Até então, tudo são flores. Porém, as evoluções e revoluções que ocorreram inevitavelmente durante os séculos, resultaram na sociedade capitalista na qual estamos inseridos.
Não, não comece a pensar que eu sou um daqueles estudantes de Universidades Públicas que pregam arduamente o sonho de instalar o comunismo no mundo. A abordagem a cerca do sistema capitalista é um assunto delicado, no qual não cabe discutir aqui. Porém, podemos dizer de forma breve que, por conseqüência desse sistema, todos os modos de vida se modificaram e nesse âmbito também tem lugar para a imprensa.
Dotada de padrões, negociações e interesses para lá de financeiros, a imprensa mundial se mostra prostituída de forma tão descarada que chegou-se ao ponto de não possuir mais credibilidade, isto, claro, quando trata-se da informatividade e veracidade dos fatos noticiosos. Dessa forma, é notável que, cada vez mais, a imprensa se desprende de sua atuação profissional e porque não dizer funcional, para atender aos seus próprios interesses financeiros.
Há quem diga que essa opinião é hipócrita quando vinda de alguém que pratica jornalismo, mas, ainda creio na responsabilidade social de alguns colegas de trabalho que aplicam o bom jornalismo mesmo sabendo que não serão merecidamente reconhecidos. 

Individualismo gera individualismo


Pode-se avaliar que a palavra gentileza está associada para muitos indivíduos como uma tese de etiqueta, porém, trata-se de uma questão de valores, ou até mesmo, caráter. Independentemente dos pensamentos e reflexões sobre a maneira de ser e agir no âmbito social, a gentileza ainda não se extinguiu, não totalmente.  A falta desse ato no cotidiano social afeta diretamente as relações e contribui para o que, em minha concepção, pode ser considerado o mal do século, isto é, a individualidade. 

A realidade na qual vivemos baseia-se na vida cotidiana sempre ocupada, sempre agitada, com pessoas que vivem somente pelo fato de necessitarem sobreviver. Essa visão pode ser evidenciada, principalmente, nas grandes metrópoles onde, obviamente, existe uma grande concentração de pessoas com cotidianos variados e estilos de vida bastante distintos. Diante disso é notável que, além da falta de percepção do mundo a sua volta, esses mesmos indivíduos vivem cada vez mais oprimidos. Esta auto repressão é produto de pensamentos e conceitos equivocados que se constroem não somente com a vivência de mundo, como também com os noticiários, sempre carregados de violência. Toda essa insegurança vivida na atualidade nos torna, automaticamente, mais insensíveis – até com as pessoas que estão mais próximas, que amamos.
A essência e o poder que a gentileza possui resultam em uma infinidade de benefícios que poderiam favorecer a resolução de conflitos, melhorando as relações e propiciando inúmeras vantagens, tanto para quem está investindo no ato de ser gentil quanto quem está recebendo a gentileza. Porém, o ato de ser gentil não deve estar associado a item de troca, ou seja, não deve partir com a intenção de receber o que se foi dado. A gentileza está ligada diretamente ao respeito às pessoas. Ser solidário, aprender a ouvir e buscar soluções para conflitos são conceitos importantes associados à função da gentileza. Entretanto, ser gentil pode estar nos pequenos atos do dia-a-dia, expressados no uso das conhecidas palavras mágicas.
Assim como gentileza gera gentileza, individualismo também parte dessa premissa. Portanto, a forma mais inteligente de se relacionar é começar a tratar e praticar a gentileza.

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